quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Corra, Forrest, Corra! - Por William F. Klumpp

FONTEMinistério RBC http://www.mensagensqueedificam.com
Wandeir P Tavares (Pastor e Personal Coach)-Foco em:
Resultado; Gestão e Mentoria de pessoas; Formação e
Treinamento de Equipes.
O filme “Forrest Gump” é considerado um clássico. Assistí-lo foi bastante nostálgico para mim, porque parece cobrir ampla faixa dos meus anos de formação.

O papel que a corrida teve no personagem Forrest Gump, me fez lembrar minha meninice e as muitas vezes em que eu estava correndo para ou de alguma coisa. Outras vezes corria apenas por pura alegria, pelo divertimento e liberdade que experimentava. 

Quando menino, lembro-me de ler a respeito do corredor de longa distância checoslovaco, Emil Zatopec, conhecido por ganhar três medalhas de ouro nas Olímpíadas de verão de 1952, em Helsinque, na Finlândia. Ele ganhou as medalhas de ouro nas provas de 5.000 e 10.000 metros, mas sua última medalha veio quando ele decidiu, no derradeiro minuto, competir na primeira maratona de sua vida. Minha fascinação não se limitava a esse homem assombroso, mas estendia-se a todos que podiam disputar uma corrida de 42.195 metros de distância.

Pouco antes do meu 40º aniversário, enquanto me recuperava de uma cirurgia, li um artigo sobre pacientes cardíacos correndo a maratona de Honolulu, no Havaí. Como corredor de meia distância no secundário e praticante de corrida metade da vida, nunca corri mais de 8 km. Porém, se pacientes cardíacos  podiam fazer isso, eu pensei que eu também poderia. De início, não contei a ninguém os meus planos, mas depois decidi que se não contasse a alguém, poderia desistir. Se contasse para alguém, não teria outra escolha a não ser cumprir meu compromisso. 

Escolhi uma corrida que me proporcionaria um ano inteiro para treinar, escolhi um programa de treinamento e comecei a estender minha distância de corrida até 96 km por semana. Quando você estabelece um treinamento para correr 16 a18 km, fica com bastante tempo para pensar.

Enquanto corria, concluí que a vida em si não é uma corrida de curta distância, mas é mais parecida com uma maratona. Numa corrida de curta distância, a  linha de chegada está claramente visível desde o início. Porém, numa maratona, se quiser terminar bem, você precisa visualizar o cruzamento da linha de chegada, que está fora do alcance de sua vista, e imaginar o prêmio final.

A Bíblia fala a esse respeito. Em 1Coríntios 9.24-25, Paulo escreveu: “Vocês não sabem que de todos os que correm no estádio, apenas um ganha o prêmio? Corram de tal modo que alcancem o prêmio. Todos os que competem nos jogos se submetem a um treinamento rigoroso, para obter uma coroa que logo perece; mas nós o fazemos para ganhar uma coroa que dura para sempre.” 

Ao me preparar para minha primeira competição em maratonas, aprendi que é importante evitar excesso de peso e tudo o que possa nos retardar. As Escrituras também abordam esta verdade: “Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos der tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta” (Hebreus 12.1).  

Outra coisa que aprendi foi que é útil, mesmo necessário, ter alguém que corra ao lado e nos diga palavras de encorajamento. Eclesiastes 4.9 afirma:  “É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a recompensa do trabalho de duas pessoas.”

O dia da minha grande corrida finalmente chegou. Quando cruzei a linha de chegada, ninguém poderia se sentir mais orgulhoso. Terminei a maratona em 3 horas e 27 minutos, dois minutos a menos que o tempo planejado.

Você tem pensado acerca da corrida da sua vida e considerado como será quando você cruzar a linha de chegada, quando findar sua vida na terra? Quem está correndo ao seu lado e lhe dizendo palavras de encorajamento?

Questões Para Reflexão ou Discussão:

1. Você já participou de uma maratona ou outra competição de longa distância? Como foi essa experiência?
2. Que você acha de comparar a vida cotidiana com uma maratona? Existem semelhanças?
3. Se você já competiu no atletismo, nos negócios ou outra área, quanto durou a recompensa do seu esforço? Valeu a pena?
4. Como você reage ao conceito de receber recompensas eternas? Como elas podem ser obtidas?

Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: João 19.30; 1Coríntios 9.26-27; Filipenses 3.13-14; Colossenses 3.23-24; 1João 5.13.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Sempre Há Mercado para o Exclusivo e o Melhor - Por Jim Mathis

FONTEMinistério RBC http://www.mensagensqueedificam.com
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Treinamento de Equipes.
Quando jovem, comprei 100 pintinhos para realizar um projeto agrícola extracurricular. Não se passou muito tempo e eu me vi envolvido no negócio de ovos. Depois de adquirir meu primeiro carro, aos 16 anos, iniciei uma rota dos ovos, entregando ovos a clientes diretamente em suas casas.

Foi uma grande surpresa descobrir que as pessoas estavam dispostas a pagar um preço um pouco maior, porque meus ovos eram maiores e tinham sabor melhor que os comprados no supermercado, do tipo que estavam acostumados a consumir. Chamei-os de “ovos frescos da fazenda”. O termo atual seria “ovos orgânicos”.

Uma vez que eu não tinha recursos para comprar gaiolas para minhas galinhas, deixei que as aves se alimentassem sozinhas e comessem insetos ou qualquer coisa que achassem para comer. Resultado: as aves e eu ficávamos satisfeitos. Isso significava menos trabalho para mim e as galinhas podiam comer o que e quando quisessem. Eram aves criadas livremente, que estavam felizes e produziam ovos de excelente qualidade.

Essa primeira aventura empresarial indiretamente me levaria à profissão de toda uma vida: a fotografia. Usei o dinheiro ganho com os ovos para comprar meu primeiro gravador e uma câmera de 35 milímetros. O gravador perdeu importância com o passar do tempo, mas a câmera deu origem ao meu amor por capturar imagens de pessoas e objetos.

Assim aprendi o valor da iniciativa e da inovação. Mas talvez a lição mais importante tenha sido aprender que sempre haverá demanda por algo exclusivo e melhor, especialmente quando comparado com o que os grandes negócios já estabelecidos estão fazendo. Esta filosofia tem me servido muito no decorrer da minha carreira. Temos visto isso demonstrado em muitas áreas, especialmente na área de tecnologia e de computadores. Grandes corporações podem contar com grandes recursos, potencial humano e redes de marketing, mas se você puder criar algo exclusivo e melhor, terá grande chance de sucesso.

Anos atrás aprendi que esse princípio se aplica também à esfera espiritual. A maioria dos sistemas de crenças enfocam comportamento, rituais e regras, e formas de alcançar a aprovação divina. Ao me deparar com as verdades da Bíblia, aprendi que Deus também oferece algo exclusivo e melhor – amor, graça e misericórdia que são dados livremente. Na verdade, aprendemos que o Deus da Bíblia nos salvou “não por causa de atos de justiça por nós praticados, mas devido à Sua misericórdia” (Tito 3:5). Isso é exclusivo, totalmente diferente de qualquer religião.

Jesus ainda prometeu qualidade de vida além de qualquer coisa que pudéssemos imaginar: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente” (João 10.10). Esta não é uma promessa vazia, mas algo que tenho experimentado em minha vida.

Para as ocasiões na vida quando nos damos conta de que as coisas não estão funcionando - no trabalho, em nossos lares ou nas buscas pessoais – Deus oferece oportunidade de novo começo. Em Isaías 43.19 Ele declara:“Vejam, estou fazendo uma coisa nova! Ela já está surgindo! Vocês não a reconhecem? Até no deserto vou abrir um caminho e riachos no ermo.”

Se pensarmos em termos de “exclusivo e melhor”, esta e muitas outras promessas bíblicas se encaixam na descrição.   

Questões Para Reflexão ou Discussão:
1. Pense no produto ou serviço que o atraiu por ser exclusivo e melhor. O que era e porque você se interessou por ele?
2. Você concorda que sempre há demanda para o que é exclusivo e melhor? Por que você acha que as pessoas tendem a permanecer apegadas aos velhos modos de se fazer as coisas?
3. Você já teve uma idéia “exclusiva e melhor” que pavimentou o caminho para o sucesso no seu trabalho ou sua empresa?
4. O que você pensa da ideia de que a Bíblia oferece uma forma de viver e crer que é exclusiva e melhor comparada com outras crenças e religiões?


Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Jeremias 29.11-13; 33.3; Romanos 6.4,11; Gálatas 2.20; Efésios 3.20; 2Coríntios 5.17.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Atribuindo Responsabilidades - Por Rick Boxx

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                Quando tenho um projeto que requer apenas minha perícia, descubro que é fácil manter o foco para produzir um resultado excelente. Se o projeto exige o trabalho de toda uma equipe, porém, torna-se mais complexo atingir a excelência.

Uma equipe normalmente é composta de várias pessoas, com diferentes perspectivas, experiências e idéias sobre como algo deve ser abordado e concluído. Para tornar tudo ainda mais complicado, líderes de equipes, inclusive eu mesmo, geralmente se esquecem do passo simples que é atribuir responsabilidades para atingir o resultado desejado.

Duas afirmações comumente usadas e que se aplicam aqui me vêem à mente. Uma diz, “O todo é maior do que a soma das partes.”  Em outras palavras, pessoas com uma variedade de talentos, dons e habilidades podem realizar mais coletivamente do que se fossem operar independentemente uns dos outros. Assim, é importante delegar tarefas e atribuições de acordo com as respectivas forças e capacitações dos membros da equipe.

A segunda afirmação é: “Nenhum de nós é tão inteligente quanto todos nós juntos.”  Ás vezes, líderes se sentem tentados a controlar todo o planejamento e tomadas de decisão, confiantes de que sabem o que é melhor. Mas um resultado melhor que aquele previsto pelo líder pode ser alcançado ao se confiar na inteligência coletiva da equipe.

Este princípio de atribuir responsabilidades a diferentes membros da equipe de acordo com suas habilidades aparece repetidas vezes na Bíblia. Por exemplo, depois de sua fuga do Egito, os líderes da nação de Israel foram confrontados com a difícil tarefa de governar o povo. Moisés era o líder, mas ele não poderia tomar todas as decisões sozinho.

O sogro dele Jetro, foi quem reconheceu a necessidade de compartilhar o fardo de resolver as disputas legais, dizendo a Moisés: “O que você está fazendo não é bom. Você e o seu povo ficarão esgotados, pois essa tarefa lhe é pesada demais. Você não pode executá-la sozinho” (Êxodo 18.17-18). Jetro prosseguiu recomendando como Moisés poderia delegar de forma apropriada as responsabilidades judiciais, reservando apenas os casos mais difíceis para si.

Mais tarde, Deus estabeleceu os procedimentos para os cuidados com o centro de adoração dos israelitas, dividindo os deveres entre os homens que tinham sido formalmente designados como sacerdotes. Números 18.1 afirma: “O Senhor disse a Arão: Você, os seus filhos e a família de seu pai serão responsáveis pelas ofensas contra o santuário”.  Arão era um líder bastante capaz, mas para que o trabalho fosse realizado de modo apropriado era necessário que fosse dividido com outras pessoas.

Líderes podem se sentir inclinados a tentar fazer sozinhos todo o trabalho. Afinal de contas, eles sabem exatamente o que querem ver alcançado, e de que forma gostariam que fosse realizado. Porém, uma das muitas vantagens do trabalho em equipe é ter indivíduos que podem contribuir com o esforço geral, e compartilhar o fardo, evitando que ele se torne pesado demais para uma só pessoa.

Como declara Eclesiastes 4.8-12, “Havia um homem totalmente solitário...Trabalhava sem parar!...É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a recompensa do trabalho de duas pessoas... Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade.”

Se você deseja que sua equipe alcance a excelência, assegure-se de dividir especificamente as responsabilidades, e depois fazer que todos prestem contas pela conclusão do trabalho.

Questões Para Reflexão ou Discussão:
1. Alguns líderes preferem distribuir todas as responsabilidades. Outros gostam de delegar, atribuindo tarefas, mas insistindo em serem informados dos progressos e problemas. Outros ainda preferem controlar todo o trabalho. Qual deles é você?
2. No seu ambiente de trabalho, em sua opinião, as responsabilidades e a autoridade são distribuídos de forma apropriada?
3. Quais você acha serem os maiores problemas associados com o trabalhar em um projeto em equipe?
4. Como você acha que seria melhor lidar com um líder que deixa de atribuir responsabilidades de maneira justa, equilibrada e efetiva?

Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Provérbios 14.1; 15.21; 19.8: 27.17; Romanos 12.4-8; 1Coríntios 3.6-9; 12,12-31.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Fazer de Novo ou Novo Começo___ Por Robert Tamasy

FONTEMinistério RBC http://www.mensagensqueedificam.com

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            Para cada um de nós o final do ano pode significar coisas diferentes. Algumas empresas baseiam seu ano fiscal no calendário, então, para elas é tempo de avaliar o ano a terminar, bem como planejar e fazer previsões para o ano prestes a começar.

            Muitos olharão para o ano que passou e relembrarão triunfos e derrotas, alegrias e fracassos. Alguns terão reflexões felizes, pensando em tantas coisas positivas experimentadas ao longo dos últimos 12 meses. Outros, ainda, adotarão a atitude “já vai tarde”, felizes por dizer adeus a um ano cheio de desapontamentos e esperanças e sonhos não realizados.

            Alguns olharão o ano que passa com arrependimento, ansiando por um “fazer de novo”, uma oportunidade para refazer coisas imprudentes que fizeram ou anular palavras infelizes que foram ditas. Outros vão encarar o final desse ano e o nascimento do outro como oportunidade para novo começo, a chance de criar novos objetivos e buscar novas decisões.

            Quais são seus pensamentos ao se preparar para iniciar um novo calendário, contando os dias finais deste ano? Você está satisfeito com o ano que passa e espera o novo com entusiasmo? Na expectativa de construir sobre os fundamentos que lançou ao longo do ano que passa, esperando coisas maiores e melhores no decorrer do próximo? Não importa que perspectivas tenhamos, a Bíblia oferece diretrizes úteis à medida que (prontos ou não) fazemos a transição de um ano para o outro: 

Construa sobre o passado um futuro melhor. Por mais estranho que pareça, geralmente aprendemos mais com as lutas e os fracassos. É mais fácil identificar o que deu errado, para que ao avançarmos não venhamos a repetir os mesmos erros. “Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações, pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma” (Tiago 1.2-4). 

Não se deixe prender pelo passado. Podemos aprender com o passado, mas ficar nele resulta em paralisia emocional. Erros do passado não podem ser remediados, como o apóstolo Paulo bem sabia. Assim, ele se determinou a permanecer olhando adiante, focado na missão que Deus lhe dera. “Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus” (Filipenses 3.13-14).  

Prepare-se cuidadosamente antes de agir. Podemos planejar e estabelecer metas, mas será que elas são as certas? As Escrituras nos estimulam a nos voltarmos para Deus em busca de sabedoria para saber como agir, e quando. “Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida” (Tiago 1.5). 

Aja com fé. Geralmente oramos, pedindo a Deus sabedoria e direção e então, imediatamente começamos a questionar se o caminho no qual Ele parece nos guiar é o que deveríamos seguir. Fé não é apenas uma questão de pedir; é estar disposto a aceitar e agir seja qual for a revelação que Ele dê. “Peça-a, porém, com fé, sem duvidar, pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, levada e agitada pelo vento. Não pense tal pessoa que receberá alguma coisa do Senhor, pois tem mente dividida e é instável em tudo o que faz” (Tiago 1.6-8). 

Questões Para Reflexão ou Discussão: 
1. Quais são seus pensamentos, preocupações e esperanças ao olhar para o ano corrente e o início do novo?
2. Você vê o ano vindouro, como um “refazer”, um novo começo ou nova fonte de preocupação e ansiedade?
3. Você já se encontrou preso ao passado, de maneira não saudável e contraproducente? Qual o resultado de tal fixação?
4. Como você vê o papel de Deus em sua vida e em seu trabalho para o ano vindouro? Ele tem um papel importante e decisivo?

Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Salmos 37.4-5; Provérbios 16.3-4,9; 19.21; 20.24; 21.30; 27.1; Mateus 6.25-34;  Filipenses 3.7-11.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

A RESPEITO DA OCASIÃO NATALINA__Pr. Wandeir P Tavares

 FONTEPr. Wandeir Pereira Tavares (parte deste texto foi escrito pelo pastor Odilon Massolar chaves)
Wandeir P Tavares (Pastor e Personal Coach)-Foco em:
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A chegada do Natal proporciona uma mudança visual nas lojas, nas casas e nas cidades.  Tudo fica mais colorido, brilhante e lindo. O ambiente natalino proporciona também até mesmo uma mudança no relacionamento entre as pessoas. Enviamos cartões, damos presentes e participamos  da ceia em família ou entre amigos. Porém, tudo isso quase sempre termina no dia seguinte.
Natal é mais do que uma mudança exterior. Natal foi uma intervenção direta de Deus no rumo da história.  Sabemos que Jesus não nasceu dia 25. Sabemos que Jesus não nasceu em Dezembro. Mas o fato de o dia estar errado, de desconhecermos a data correta, não tira em nada a importância do fato: Jesus nasceu! Deus se fez carne e habitou entre nós (João 1:14).
Jesus veio para resgatar o aflito, o sofredor, o oprimido, o carente, o pecador: "Vos trago boa nova de grande alegria, que será para todo o povo" (Lc 2.10). A história não foi mais a mesma desde a vinda de Jesus ao mundo. Mais do que uma mudança posterior no calendário, o nascimento de Jesus colocou fim ao reinado do poder das trevas e determinou a vitória do amor, da vida, dos que buscam ao Senhor em humildade e fé. Uma estratégia de Deus. Havia um propósito do Senhor para resgatar o ser humano.
Do trono de Jessé sairia aquele que reinaria: "De ti sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade" (Mq 5.2). Portanto o Natal acontece quando saímos de nossa casa e nos dirigimos à casa do nosso próximo, nosso semelhante; entramos no universo dele, identificamo-nos com sua realidade e compartilhamos com aquela casa o nosso pouco.
O propósito de Deus sempre foi salvar  o mundo, por isso, enviou Jesus. Ele entrou no terreno do inimigo, através da humildade e amor. Jesus veio de uma forma humilde: desconhecido, sem maternidade, sem pediatras, sem pertencer a uma família de destaque na sociedade. Ele não foi notícia de primeira página nos jornais e nem nos noticiários da TV. O propósito não era simplesmente nascer e ser lembrado para sempre como uma bela criança na manjedoura. Seu propósito maior era estabelecer o Reino de Deus e chegar até a cruz onde poderia proporcionar plena vitória ao ser humano.
O Natal revela plenamente a face de amor de Deus. Somente o verdadeiro amor pode proporcionar a doação. Diante de tanto ódio, opressão, carência do povo, Deus interveio diretamente, como fez no passado chamando Moisés para libertar o povo do Egito. Agora, não mais profetas, sacerdotes ou anjos.
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Ele mesmo veio: "Deus amou o mundo de tal maneira que deu..." (João 3.16). Na sua vivência aqui, Jesus não usou de violência nem da força da lei. Usou do poder que há no amor. Ele ensinou como amar. Ele foi todo amor. Ele foi à cruz por amor.
Jesus perdoou a mulher pecadora; esteve na casa do errado Zaqueu; tocou nas feridas do doente rejeitado; amou até o fim e disse que seríamos reconhecidos como discípulos pelo amor. Jesus mostrou a face bela do amor de Deus.
O Natal só tem sentido com a cruz. Gostamos de lembrar só de coisas boas. Celebramos as alegrias. Mas o belo Natal só tem sentido com a ida de Jesus à cruz. Natal não deve ser só lembrado como o grande presente de Deus para a humanidade. O plano de Deus consistia em chegar até a cruz. Jesus se tornou Senhor dos senhores, Rei dos reis.
Sem a cruz, o Natal não existiria. O Natal é um fato que precisa ser anunciado: "E vendo-o, divulgaram o que lhes tinha sido dito a respeito deste menino. Todos os que ouviram se admiraram das coisas referidas pelos pastores" (Lc 2.17).
O Natal não pode terminar no dia 26 de dezembro. Ele é apenas um início. Somos portadores dessas boas novas. Natal é sinônimo de vida plena. Jesus foi glorificado e deve ser exaltado, anunciado, amado, servido até o fim de nossas vidas. Somente Ele pode nos dar algo real e eterno. Ele é a razão de ser da nossa existência. Ele é o primogênito de toda criação. Por meio dele tudo subsiste.
É nossa missão anunciar e testemunhar a vida plena que há em Jesus diariamente ao mundo!
Neste natal evite o farisaísmo institucional, tribal e apelativo; olhe ao teu redor e deixe Deus te usar. 

"Que a graça e a paz de Cristo Jesus seja contigo leitor amigo. Teu irmão e, não mais que servo, Wandeir.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

O Trabalho de Nossas Mãos - Por Jim Mathis


            Todas as semanas me reúno com homens para falar sobre assuntos importantes, profissionais e pessoais. Em nosso grupo do CBMC, recentemente estávamos estudando o salmo 90. Ele é atribuído a Moisés e, ao final, esse líder se dirige a Deus em favor do povo: “...Consolida para  nós, a obra de nossas mãos; sim, consolida a obra de nossas mãos”. Neste caso, “consolidar” significa fazer que alguma coisa se torne amplamente conhecida ou dure por longo tempo. 

            Desde Moisés, e mesmo antes, as pessoas têm desejado fazer coisas que sejam duradouras e valham a pena. No verso 12 do salmo citado, Moisés pede a Deus: "Ajude-nos a contar nossos dias com sabedoria". Sabendo que nosso tempo na Terra é pouco, desejamos fazer algo que possa ser lembrado e faça diferença significativa na esfera geral de nossa vida e na vida dos que encontramos. 

            O significado de “trabalho de nossas mãos” é diferente para cada um de nós. Para alguns, pode ser construir um edifício, uma ponte ou um negócio que beneficie muitos durante gerações. Para outros, pode significar escrever um livro ou compor uma música que mude a vida das pessoas, ou  encontrar cura para doenças fatais. Para outros ainda, pode envolver trabalho de arte, como fotografia, pintar uma tela, ou fazer uma escultura que toque o coração das pessoas.  

            Não importando o que “o trabalho de nossas mãos” signifique especificamente, creio que todos têm o desejo de alcançar certa medida de imortalidade. Compartilhamos profundo anseio de fazer algo de valor, algo que sobreviva a nós e faça do mundo um lugar melhor.

            Um dos motivos por que aprecio minha profissão, lidando com restauração de fotos, não é somente a prática da perícia que desenvolvi ao longo de anos, mas também por ajudar pessoas a perpetuar sua herança, ou um pedaço de sua história para gerações futuras. Elas vão olhar para "o trabalho de minhas mãos" muito depois que eu tiver partido. Uma simples foto pode mudar uma vida, talvez o mundo.

             Para os seguidores de Jesus Cristo isso tem uma magnitude ainda maior. No “sermão do monte”, Jesus Se referiu ao impacto eterno que nosso trabalho pode exercer sobre outras pessoas. “Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus” (Mateus 5.16). O trabalho que realizamos e a maneira como o fazemos, reflete nosso relacionamento com o Deus em quem reivindicamos crer e dizemos servir.

            Na mesma mensagem Jesus falou sobre a perspectiva que devemos manter enquanto trabalhamos: “Não acumulem para vocês tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e os ladrões arrombam e furtam. Mas acumulem para vocês tesouros nos céus, onde a traça e a ferrugem não destroem, e onde os ladrões não arrombam nem furtam. Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração” (Mateus 6.19-21). 

            Se quisermos que nossa vida faça diferença duradoura e tenha impacto que resulte em certa medida de imortalidade, a melhor maneira é desempenharmos “o trabalho de nossas mãos” de maneira a direcionar as pessoas para Deus e a vida eterna que vem depois desta.

Questões Para Reflexão ou Discussão: 
1. O que você considera ser “o trabalho de suas mãos”? Por que ele é importante para você?
2. Concorda que através de nosso trabalho podemos alcançar certa medida de imortalidade?
3. Seu trabalho faz diferença na vida de outras pessoas? Se não, como fazer para mudar isso?
4. Em sua opinião, é importante ter uma perspectiva eterna na forma de abordar nosso trabalho?

Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Provérbios 12.24; 22.29; 27.18; Efésios 2.10; Colossenses 3.17,23-24; 2Timóteo 3.16-17

sábado, 13 de dezembro de 2014

FIXANDO EXPECTATIVAS DA EQUIPE _____Robert Tamasy

 FONTEMinistério RBC http://www.mensagensqueedificam.com
Wandeir P Tavares (Pastor e Personal Coach)-Foco em:
Resultado; Gestão e Mentoria de pessoas; Formação e
Treinamento de Equipes.
            Um papel importante do líder, geralmente negligenciado, é Administrar as Expectativas da Equipe. Envolve expectativas pessoais como desempenho, produtividade e estabelecimento de metas. Mas também pode se referir a expectativas da organização, que vai de vendas a lucratividade, passando por missão e valores corporativos. Transmitir expectativas exige habilidade para comunicar não apenas o que é esperado da equipe, mas também porque foram estabelecidas e de que forma serão atendidas.   

            Geralmente é mais fácil de dizer do que fazer, porque exige que a equipe “compre” a ideia, ou seja, aceite e se comprometa a se esforçar para satisfazer tais expectativas. Só porque o líder acha que certas expectativas são boas e vale a pena persegui-las não garante que a equipe vá concordar com ele. 

           Quando Neemias ouviu que os muros de Jerusalém estavam em grande ruína, inspecionou os danos e reuni u a equipe para reconstrução. Suas expectativas eram claras: “Então eu lhes disse: Vejam a situação terrível em que estamos: Jerusalém está em ruínas, e suas portas foram destruídas pelo fogo. Venham, vamos reconstruir os muros de Jerusalém, para que não fiquemos mais nesta situação humilhante” (Neemias 2.17). 

           Jesus Cristo provou ser o maior formador de equipes de todos os tempos e estabeleceu expectativas claras e irresistíveis:“Andando à beira do mar da Galiléia, Jesus viu Simão e seu irmão André lançando redes ao mar, pois eram pescadores. E disse Jesus: ‘Sigam-Me, e Eu os farei pescadores de homens’. No mesmo instante eles deixaram as suas redes e O seguiram. Indo um pouco mais adiante, viu num barco Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, preparando as suas redes. Logo os chamou, e eles O seguiram, deixando o seu pai, Zebedeu, com os empregados no barco” (Marcos 1.16-20). 

            Tal reação, dados os fortes laços que aqueles homens tinham, indica que eles sentiram que aquela era uma causa a que queriam se juntar. E Jesus não dourou a pílula, tornando as expectativas irreais. Ele foi direto ao dizer-lhes: “Eu lhes disse essas coisas para que em Mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo” (João 16.33). 

            Mesmo Suas palavras de despedida foram cheias de expectativa para inspirar Seus seguidores: "Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que Eu lhes ordenei. E Eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos”  (Mateus 28.19-20). Não havia ambiguidade naquilo que Ele esperava que Seus discípulos fizessem. 

Questões Para Reflexão ou Discussão:
1. Como líder, como você lida com as expectativas de sua equipe?

2. As expectativas com as quais você trabalha orientam o trabalho que você e sua equipe desempenham e a forma como o fazem?

3. O que pode acontecer a uma equipe quando as expectativas são obscuras, irreais ou não são prontamente aceitas?

4. Você concorda que Jesus é um bom exemplo de líder que fixou e administrou expectativas de Sua equipe? Como você avalia Seus resultados?

Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Provérbios 16.23; 20.15; 22.11; 29.18; João 6.66; 15.4-8; Filipenses 4.8-9; 2Timóteo 2.2.