sábado, 4 de abril de 2015

Abundância e Escassez – Por Jim Mathis

Pastor e Personal Coach. Foco em: Gestão; Resultado;  Mentoria de Pessoas; Formação e Treinamento de Equipes

Há duas maneiras de se olhar para a economia e a vida, inclusive no trabalho, são elas: “Teoria da Abundância” e “Teoria da Escassez”.

A teoria da abundância diz que há uma quantidade infindável de recursos, criatividade e riqueza. Quanto mais fazemos para gerar riqueza, mais riqueza existe. Se alguém constrói uma casa, ela vale mais do que os materiais empregados na construção. O terreno também é mais valioso com uma casa sobre ele do que quando era terra nua. Além disso, os que trabalharam na construção ganharam dinheiro com o processo. E, por fim, o governo pode arrecadar mais impostos, dando mais empregos para policiais, bombeiros e funcionários públicos. Mais impostos deveriam significar mais escolas para que nossos filhos tenham uma educação melhor e possamos nos dar ao luxo de construir belas casas.

Já a teoria da escassez presume que os recursos são limitados e finitos. Se uma pessoa consegue um emprego, outra perde o seu. Se alguém ganha pouco é porque outro ganha muito. Ela leva à ganância: “Eu já consegui o meu; pior para você.”  Os que acreditam nesta teoria entendem que existe quantidade limitada de postos de trabalho e que pessoas de outro país podem tirar seu emprego.

(Existem muitas corporações com 10.000 pessoas ganhando U$10,00/hora e uma ganhando US10.000/hora. Esta não é uma questão de abundância versus escassez, mas sim uma questão ética. É assunto para outra vez).

Mas voltando à perspectiva abundância versus escassez, conclui-se que não importa em que teoria acreditemos, nós sempre estamos certos. É similar à ideia: “Quer pensemos que podemos, quer pensemos que não podemos, nós sempre estamos certos”. Se muitos  acreditarem em escassez, a espiral da economia gira para baixo. Se acreditarem em abundância, a economia cresce e o país prospera.

Ao longo da história houve momentos em que uma ou outra teoria floresceu, e consequentemente as sociedades experimentaram períodos de depressão e fome, bem como de crescimento e prosperidade. Isto nos leva a um importante princípio bíblico. A Bíblia diz que generosidade é caminho certo para prosperidade, enquanto o entesouramento resulta em fracasso econômico. Veja a seguinte mostra de passagens extraídas do livro de Provérbios que confirmam essa realidade:

“Há quem dê generosamente, e vê aumentar suas riquezas; outros retêm o que deveriam dar, e caem na pobreza. O generoso prosperará; quem dá alívio aos outros, alívio receberá” - Provérbios 11.24-25.

“Quem despreza o próximo comete pecado, mas como é feliz quem trata com bondade os necessitados” - Provérbios 14:21. 

“Quem trata bem os pobres empresta ao Senhor, e Ele o recompensará” - Provérbios 19.17.

Em meu papel como especialista em impostos, sei em primeira mão o que ocorre na economia. Observei, por exemplo, que quase todo mundo ganhou mais dinheiro em 2013 do que em 2012. Vi poucas declarações de desemprego. A economia está em ascensão e a teoria da abundância opera, apesar dos políticos e da mídia que querem empurrar a teoria da escassez.

Podemos escolher ser vítimas ou ser vitoriosos. Qual sua escolha?

Questões Para Reflexão ou Discussão:
1. Que você acha das teorias da abundância e da escassez? Qual você tende a usar com mais frequência?
2. Será que a maneira como vemos a economia afeta a forma como abordarmos a vida pessoal, profissional ou socialmente?
3. Que pensa da afirmação de que a “generosidade é o caminho para a prosperidade e que a ganância leva ao fracasso”?
4. Se você ou sua empresa endossam a teoria da abundância, como isso muda suas decisões estratégicas e financeiras? 

sexta-feira, 27 de março de 2015

QUEM SE CANDIDATA?

            A grande questão é: Quem estará disposto a escrever um capítulo novo e melhor, e se comprometer com isso a ponto de superar interesses pessoais e institucionais por algo que realmente importa?
Pastor e Personal Coach. Foco em: Gestão; Resultado;  Mentoria de Pessoas; Formação e Treinamento de Equipes




sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

_UM COACH PERTO DE VOCÊ_

 
Pastor e Personal Coach. Foco em:
* Gestão;
* Resultado;
* Mentoria de Pessoas;
*Formação e Treinamento de Equipes


            Comunicação competente nos relacionamentos; Habilidade com barreiras e dificuldades nas práticas de fatores culturais e nas políticas organizacionais. Quando o desafio é contribuir e potencializar a performance da equipe, estas são algumas das áreas assistidas por um Coach.
            Um eficiente Gestor de pessoas é aquele que naturalmente apresenta um perfil inspirador e transformador. Ele, mantém o Foco em resultados para toda sua equipe, para isso age sempre com comprometimento, confiança e flexibilidade. Sem parcialidade apresenta um bom relacionamento nas orientações estratégicas.             Com um olhar apaixonado no desenvolvimento de tais competências e outras habilidades fundamentais inerentes aos líderes gestores (tanto eclesiásticos quanto do mercado business), na condição de pastor e personal coach, através da pesquisa cientifica e treinamentos tenho preparado ferramentas especiais com metodologia exclusiva para potencializar as suas habilidades, valorizando sua liderança, aprimorando seus dons e talentos naturais, habilitando-te para atuar com lideranças e corporações."Quando não se tem mais nada a fazer, o melhor é nada fazer. Busque auxílio de um experiente Personal Coach, rotas alternativas até então imperceptíveis lhe serão apresentadas".Aqui para servir-te, Wandeir P Tavares (Consultoria, Mentoria e Estreitoria).

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Valorizando os Colaboradores - Por Rick Boxx

Wandeir P Tavares (Pastor e Personal Coach)-Foco em:
Resultado; Gestão e Mentoria de pessoas; Formação e
Treinamento de Equipes.
            FONTE: www.cbmc.org.br

            O coautor de “As Cinco Linguagens da Valorização Pessoal no Ambiente de Trabalho”, Dr. Paul White, descobriu em sua pesquisa que 51% dos gestores acreditavam estar sendo eficientes em mostrar reconhecimento aos colaboradores por um trabalho bem realizado. Contudo, apenas 17% disseram achar que seus superiores reconheciam seus esforços devidamente.

            É compreensível que essa diferença de opinião, tanto na percepção quanto na prática, possa causar insatisfação no ambiente de trabalho e resultar em baixa produtividade e disposição de ânimo. A culpa, porém não recai inteiramente nos ombros dos grandes executivos e gestores. Dr. White afirmou que seus estudos revelaram outras razões para essa diferença, que incluem que as pessoas tendem a recordar mais os comentários negativos do que os positivos, e outras não podem ou não recebem elogios muito bem.

            Entretanto, isso não livra os gestores da responsabilidade e do privilégio de recompensar verbalmente o trabalho árduo de colaboradores valiosos. Podemos receber elogios e expressões de apreço de formas diferentes, mas todos precisamos deles de tempos em tempos. 

            Algum tempo atrás ouvi de um líder que foi informado por uma liderada que ele raramente fazia comentários positivos sobre trabalhos bem feitos, mas que era rápido em destacar os que não atingiam suas expectativas. “Eu gostaria que você me informasse quando achar que fiz algo bem feito”, afirmou a colaboradora. “Eu nunca fui esse tipo de pessoa”, respondeu o executivo, “por isso, quando eu não disser nada, presuma que está tudo bem.”

            Desnecessário dizer que ela não achou muito encorajadora a reação de seu líder. Na verdade, isso fez com que ela se sentisse ainda mais desconsiderada e não valorizada. 

            A Bíblia fala sobre a importância de palavras positivas e de reconhecimento ditas aos outros. Vejamos alguns exemplos: 

Palavras que edifiquem. Todos nós sabemos o quanto é estressante e exigente o mundo empresarial e profissional. É um ambiente cheio de pessoas desanimadas e desestimuladas. Será um tempo bem aproveitado parar e especificamente elogiar com sinceridade alguém que o mereça. “Por isso, exortem-se e edifiquem-se uns aos outros, como de fato vocês estão fazendo” (1Tessalonicenses 5.11).

Palavras que motivem. Às vezes, palavras de encorajamento e apreço não apenas elevam o espírito, como também motivam as pessoas a trabalhar com mais empenho e entusiasmo. Não devemos usar palavras para manipular o comportamento de outras pessoas, mas não é errado procurar inspirá-las a alcançar maiores realizações. “E consideremos uns aos outros para nos incentivarmos ao amor e às boas obras” (Hebreus 10.24). 

Palavras que beneficiem. Geralmente não sabemos o que está acontecendo na vida pessoal de outra pessoa. Palavras gentis e oportunas podem fazer grande diferença de diversas maneiras. “Nenhuma palavra torpe saia da boca de vocês, mas apenas a que for útil para edificar os outros, conforme a necessidade, para que conceda graça (beneficie) aos que a ouvem” (Efésios 4.29).  

Questões Para Reflexão ou Discussão:
1.  Como gestor, você está reconhecendo o trabalho bem feito de membros de sua equipe? E o seu líder mostra que valoriza seu trabalho?
2.  Já recebeu palavras de estímulo e de elogios? Qual foi o impacto sobre você e na sua forma de abordar o trabalho que estava realizando?
3.  Qual a causa da disparidade entre a percepção que os gestores têm sobre sua eficiência em reconhecer um bom trabalho e a forma como os colaboradores sentem que não estão sendo valorizados?
4. É possível distinguir entre elogio e valorização sinceros e a tentativa de bajulação ou manipulação, por meio de coisas agradáveis que são ditas, mas não são autênticas?

Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Provérbios 10.20-21,32; 12.14; 15.4; 17:27; Tiago 1.19; 3.5-12.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Corra, Forrest, Corra! - Por William F. Klumpp

FONTE: Ministério RBC http://www.mensagensqueedificam.com
Wandeir P Tavares (Pastor e Personal Coach)-Foco em:
Resultado; Gestão e Mentoria de pessoas; Formação e
Treinamento de Equipes.
O filme “Forrest Gump” é considerado um clássico. Assistí-lo foi bastante nostálgico para mim, porque parece cobrir ampla faixa dos meus anos de formação.

O papel que a corrida teve no personagem Forrest Gump, me fez lembrar minha meninice e as muitas vezes em que eu estava correndo para ou de alguma coisa. Outras vezes corria apenas por pura alegria, pelo divertimento e liberdade que experimentava. 

Quando menino, lembro-me de ler a respeito do corredor de longa distância checoslovaco, Emil Zatopec, conhecido por ganhar três medalhas de ouro nas Olímpíadas de verão de 1952, em Helsinque, na Finlândia. Ele ganhou as medalhas de ouro nas provas de 5.000 e 10.000 metros, mas sua última medalha veio quando ele decidiu, no derradeiro minuto, competir na primeira maratona de sua vida. Minha fascinação não se limitava a esse homem assombroso, mas estendia-se a todos que podiam disputar uma corrida de 42.195 metros de distância.

Pouco antes do meu 40º aniversário, enquanto me recuperava de uma cirurgia, li um artigo sobre pacientes cardíacos correndo a maratona de Honolulu, no Havaí. Como corredor de meia distância no secundário e praticante de corrida metade da vida, nunca corri mais de 8 km. Porém, se pacientes cardíacos  podiam fazer isso, eu pensei que eu também poderia. De início, não contei a ninguém os meus planos, mas depois decidi que se não contasse a alguém, poderia desistir. Se contasse para alguém, não teria outra escolha a não ser cumprir meu compromisso. 

Escolhi uma corrida que me proporcionaria um ano inteiro para treinar, escolhi um programa de treinamento e comecei a estender minha distância de corrida até 96 km por semana. Quando você estabelece um treinamento para correr 16 a18 km, fica com bastante tempo para pensar.

Enquanto corria, concluí que a vida em si não é uma corrida de curta distância, mas é mais parecida com uma maratona. Numa corrida de curta distância, a  linha de chegada está claramente visível desde o início. Porém, numa maratona, se quiser terminar bem, você precisa visualizar o cruzamento da linha de chegada, que está fora do alcance de sua vista, e imaginar o prêmio final.

A Bíblia fala a esse respeito. Em 1Coríntios 9.24-25, Paulo escreveu: “Vocês não sabem que de todos os que correm no estádio, apenas um ganha o prêmio? Corram de tal modo que alcancem o prêmio. Todos os que competem nos jogos se submetem a um treinamento rigoroso, para obter uma coroa que logo perece; mas nós o fazemos para ganhar uma coroa que dura para sempre.” 

Ao me preparar para minha primeira competição em maratonas, aprendi que é importante evitar excesso de peso e tudo o que possa nos retardar. As Escrituras também abordam esta verdade: “Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos der tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta” (Hebreus 12.1).  

Outra coisa que aprendi foi que é útil, mesmo necessário, ter alguém que corra ao lado e nos diga palavras de encorajamento. Eclesiastes 4.9 afirma:  “É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a recompensa do trabalho de duas pessoas.”

O dia da minha grande corrida finalmente chegou. Quando cruzei a linha de chegada, ninguém poderia se sentir mais orgulhoso. Terminei a maratona em 3 horas e 27 minutos, dois minutos a menos que o tempo planejado.

Você tem pensado acerca da corrida da sua vida e considerado como será quando você cruzar a linha de chegada, quando findar sua vida na terra? Quem está correndo ao seu lado e lhe dizendo palavras de encorajamento?

Questões Para Reflexão ou Discussão:

1. Você já participou de uma maratona ou outra competição de longa distância? Como foi essa experiência?
2. Que você acha de comparar a vida cotidiana com uma maratona? Existem semelhanças?
3. Se você já competiu no atletismo, nos negócios ou outra área, quanto durou a recompensa do seu esforço? Valeu a pena?
4. Como você reage ao conceito de receber recompensas eternas? Como elas podem ser obtidas?

Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: João 19.30; 1Coríntios 9.26-27; Filipenses 3.13-14; Colossenses 3.23-24; 1João 5.13.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Sempre Há Mercado para o Exclusivo e o Melhor - Por Jim Mathis

FONTE: Ministério RBC http://www.mensagensqueedificam.com
Wandeir P Tavares (Pastor e Personal Coach)-Foco em:
Resultado; Gestão e Mentoria de pessoas; Formação e
Treinamento de Equipes.
Quando jovem, comprei 100 pintinhos para realizar um projeto agrícola extracurricular. Não se passou muito tempo e eu me vi envolvido no negócio de ovos. Depois de adquirir meu primeiro carro, aos 16 anos, iniciei uma rota dos ovos, entregando ovos a clientes diretamente em suas casas.

Foi uma grande surpresa descobrir que as pessoas estavam dispostas a pagar um preço um pouco maior, porque meus ovos eram maiores e tinham sabor melhor que os comprados no supermercado, do tipo que estavam acostumados a consumir. Chamei-os de “ovos frescos da fazenda”. O termo atual seria “ovos orgânicos”.

Uma vez que eu não tinha recursos para comprar gaiolas para minhas galinhas, deixei que as aves se alimentassem sozinhas e comessem insetos ou qualquer coisa que achassem para comer. Resultado: as aves e eu ficávamos satisfeitos. Isso significava menos trabalho para mim e as galinhas podiam comer o que e quando quisessem. Eram aves criadas livremente, que estavam felizes e produziam ovos de excelente qualidade.

Essa primeira aventura empresarial indiretamente me levaria à profissão de toda uma vida: a fotografia. Usei o dinheiro ganho com os ovos para comprar meu primeiro gravador e uma câmera de 35 milímetros. O gravador perdeu importância com o passar do tempo, mas a câmera deu origem ao meu amor por capturar imagens de pessoas e objetos.

Assim aprendi o valor da iniciativa e da inovação. Mas talvez a lição mais importante tenha sido aprender que sempre haverá demanda por algo exclusivo e melhor, especialmente quando comparado com o que os grandes negócios já estabelecidos estão fazendo. Esta filosofia tem me servido muito no decorrer da minha carreira. Temos visto isso demonstrado em muitas áreas, especialmente na área de tecnologia e de computadores. Grandes corporações podem contar com grandes recursos, potencial humano e redes de marketing, mas se você puder criar algo exclusivo e melhor, terá grande chance de sucesso.

Anos atrás aprendi que esse princípio se aplica também à esfera espiritual. A maioria dos sistemas de crenças enfocam comportamento, rituais e regras, e formas de alcançar a aprovação divina. Ao me deparar com as verdades da Bíblia, aprendi que Deus também oferece algo exclusivo e melhor – amor, graça e misericórdia que são dados livremente. Na verdade, aprendemos que o Deus da Bíblia nos salvou “não por causa de atos de justiça por nós praticados, mas devido à Sua misericórdia” (Tito 3:5). Isso é exclusivo, totalmente diferente de qualquer religião.

Jesus ainda prometeu qualidade de vida além de qualquer coisa que pudéssemos imaginar: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente” (João 10.10). Esta não é uma promessa vazia, mas algo que tenho experimentado em minha vida.

Para as ocasiões na vida quando nos damos conta de que as coisas não estão funcionando - no trabalho, em nossos lares ou nas buscas pessoais – Deus oferece oportunidade de novo começo. Em Isaías 43.19 Ele declara:“Vejam, estou fazendo uma coisa nova! Ela já está surgindo! Vocês não a reconhecem? Até no deserto vou abrir um caminho e riachos no ermo.”

Se pensarmos em termos de “exclusivo e melhor”, esta e muitas outras promessas bíblicas se encaixam na descrição.   

Questões Para Reflexão ou Discussão:
1. Pense no produto ou serviço que o atraiu por ser exclusivo e melhor. O que era e porque você se interessou por ele?
2. Você concorda que sempre há demanda para o que é exclusivo e melhor? Por que você acha que as pessoas tendem a permanecer apegadas aos velhos modos de se fazer as coisas?
3. Você já teve uma idéia “exclusiva e melhor” que pavimentou o caminho para o sucesso no seu trabalho ou sua empresa?
4. O que você pensa da ideia de que a Bíblia oferece uma forma de viver e crer que é exclusiva e melhor comparada com outras crenças e religiões?


Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Jeremias 29.11-13; 33.3; Romanos 6.4,11; Gálatas 2.20; Efésios 3.20; 2Coríntios 5.17.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Atribuindo Responsabilidades - Por Rick Boxx

FONTE: Ministério RBC http://www.mensagensqueedificam.com
Wandeir P Tavares (Pastor e Personal Coach)-Foco em:
Resultado; Gestão e Mentoria de pessoas; Formação e
Treinamento de Equipes.
                Quando tenho um projeto que requer apenas minha perícia, descubro que é fácil manter o foco para produzir um resultado excelente. Se o projeto exige o trabalho de toda uma equipe, porém, torna-se mais complexo atingir a excelência.

Uma equipe normalmente é composta de várias pessoas, com diferentes perspectivas, experiências e idéias sobre como algo deve ser abordado e concluído. Para tornar tudo ainda mais complicado, líderes de equipes, inclusive eu mesmo, geralmente se esquecem do passo simples que é atribuir responsabilidades para atingir o resultado desejado.

Duas afirmações comumente usadas e que se aplicam aqui me vêem à mente. Uma diz, “O todo é maior do que a soma das partes.”  Em outras palavras, pessoas com uma variedade de talentos, dons e habilidades podem realizar mais coletivamente do que se fossem operar independentemente uns dos outros. Assim, é importante delegar tarefas e atribuições de acordo com as respectivas forças e capacitações dos membros da equipe.

A segunda afirmação é: “Nenhum de nós é tão inteligente quanto todos nós juntos.”  Ás vezes, líderes se sentem tentados a controlar todo o planejamento e tomadas de decisão, confiantes de que sabem o que é melhor. Mas um resultado melhor que aquele previsto pelo líder pode ser alcançado ao se confiar na inteligência coletiva da equipe.

Este princípio de atribuir responsabilidades a diferentes membros da equipe de acordo com suas habilidades aparece repetidas vezes na Bíblia. Por exemplo, depois de sua fuga do Egito, os líderes da nação de Israel foram confrontados com a difícil tarefa de governar o povo. Moisés era o líder, mas ele não poderia tomar todas as decisões sozinho.

O sogro dele Jetro, foi quem reconheceu a necessidade de compartilhar o fardo de resolver as disputas legais, dizendo a Moisés: “O que você está fazendo não é bom. Você e o seu povo ficarão esgotados, pois essa tarefa lhe é pesada demais. Você não pode executá-la sozinho” (Êxodo 18.17-18). Jetro prosseguiu recomendando como Moisés poderia delegar de forma apropriada as responsabilidades judiciais, reservando apenas os casos mais difíceis para si.

Mais tarde, Deus estabeleceu os procedimentos para os cuidados com o centro de adoração dos israelitas, dividindo os deveres entre os homens que tinham sido formalmente designados como sacerdotes. Números 18.1 afirma: “O Senhor disse a Arão: Você, os seus filhos e a família de seu pai serão responsáveis pelas ofensas contra o santuário”.  Arão era um líder bastante capaz, mas para que o trabalho fosse realizado de modo apropriado era necessário que fosse dividido com outras pessoas.

Líderes podem se sentir inclinados a tentar fazer sozinhos todo o trabalho. Afinal de contas, eles sabem exatamente o que querem ver alcançado, e de que forma gostariam que fosse realizado. Porém, uma das muitas vantagens do trabalho em equipe é ter indivíduos que podem contribuir com o esforço geral, e compartilhar o fardo, evitando que ele se torne pesado demais para uma só pessoa.

Como declara Eclesiastes 4.8-12, “Havia um homem totalmente solitário...Trabalhava sem parar!...É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a recompensa do trabalho de duas pessoas... Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade.”

Se você deseja que sua equipe alcance a excelência, assegure-se de dividir especificamente as responsabilidades, e depois fazer que todos prestem contas pela conclusão do trabalho.

Questões Para Reflexão ou Discussão:
1. Alguns líderes preferem distribuir todas as responsabilidades. Outros gostam de delegar, atribuindo tarefas, mas insistindo em serem informados dos progressos e problemas. Outros ainda preferem controlar todo o trabalho. Qual deles é você?
2. No seu ambiente de trabalho, em sua opinião, as responsabilidades e a autoridade são distribuídos de forma apropriada?
3. Quais você acha serem os maiores problemas associados com o trabalhar em um projeto em equipe?
4. Como você acha que seria melhor lidar com um líder que deixa de atribuir responsabilidades de maneira justa, equilibrada e efetiva?

Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Provérbios 14.1; 15.21; 19.8: 27.17; Romanos 12.4-8; 1Coríntios 3.6-9; 12,12-31.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Fazer de Novo ou Novo Começo___ Por Robert Tamasy

FONTE: Ministério RBC http://www.mensagensqueedificam.com

Wandeir P Tavares (Pastor e Personal Coach)-Foco em:
Resultado; Gestão e Mentoria de pessoas; Formação e
Treinamento de Equipes.
            Para cada um de nós o final do ano pode significar coisas diferentes. Algumas empresas baseiam seu ano fiscal no calendário, então, para elas é tempo de avaliar o ano a terminar, bem como planejar e fazer previsões para o ano prestes a começar.

            Muitos olharão para o ano que passou e relembrarão triunfos e derrotas, alegrias e fracassos. Alguns terão reflexões felizes, pensando em tantas coisas positivas experimentadas ao longo dos últimos 12 meses. Outros, ainda, adotarão a atitude “já vai tarde”, felizes por dizer adeus a um ano cheio de desapontamentos e esperanças e sonhos não realizados.

            Alguns olharão o ano que passa com arrependimento, ansiando por um “fazer de novo”, uma oportunidade para refazer coisas imprudentes que fizeram ou anular palavras infelizes que foram ditas. Outros vão encarar o final desse ano e o nascimento do outro como oportunidade para novo começo, a chance de criar novos objetivos e buscar novas decisões.

            Quais são seus pensamentos ao se preparar para iniciar um novo calendário, contando os dias finais deste ano? Você está satisfeito com o ano que passa e espera o novo com entusiasmo? Na expectativa de construir sobre os fundamentos que lançou ao longo do ano que passa, esperando coisas maiores e melhores no decorrer do próximo? Não importa que perspectivas tenhamos, a Bíblia oferece diretrizes úteis à medida que (prontos ou não) fazemos a transição de um ano para o outro: 

Construa sobre o passado um futuro melhor. Por mais estranho que pareça, geralmente aprendemos mais com as lutas e os fracassos. É mais fácil identificar o que deu errado, para que ao avançarmos não venhamos a repetir os mesmos erros. “Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações, pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma” (Tiago 1.2-4). 

Não se deixe prender pelo passado. Podemos aprender com o passado, mas ficar nele resulta em paralisia emocional. Erros do passado não podem ser remediados, como o apóstolo Paulo bem sabia. Assim, ele se determinou a permanecer olhando adiante, focado na missão que Deus lhe dera. “Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus” (Filipenses 3.13-14).  

Prepare-se cuidadosamente antes de agir. Podemos planejar e estabelecer metas, mas será que elas são as certas? As Escrituras nos estimulam a nos voltarmos para Deus em busca de sabedoria para saber como agir, e quando. “Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida” (Tiago 1.5). 

Aja com fé. Geralmente oramos, pedindo a Deus sabedoria e direção e então, imediatamente começamos a questionar se o caminho no qual Ele parece nos guiar é o que deveríamos seguir. Fé não é apenas uma questão de pedir; é estar disposto a aceitar e agir seja qual for a revelação que Ele dê. “Peça-a, porém, com fé, sem duvidar, pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, levada e agitada pelo vento. Não pense tal pessoa que receberá alguma coisa do Senhor, pois tem mente dividida e é instável em tudo o que faz” (Tiago 1.6-8). 

Questões Para Reflexão ou Discussão: 
1. Quais são seus pensamentos, preocupações e esperanças ao olhar para o ano corrente e o início do novo?
2. Você vê o ano vindouro, como um “refazer”, um novo começo ou nova fonte de preocupação e ansiedade?
3. Você já se encontrou preso ao passado, de maneira não saudável e contraproducente? Qual o resultado de tal fixação?
4. Como você vê o papel de Deus em sua vida e em seu trabalho para o ano vindouro? Ele tem um papel importante e decisivo?

Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Salmos 37.4-5; Provérbios 16.3-4,9; 19.21; 20.24; 21.30; 27.1; Mateus 6.25-34;  Filipenses 3.7-11.